Legalidade no Google: o que é Black Hat?

Quem nunca ouviu falar do “jeitinho brasileiro” para solucionar algum problema? Pois bem, tais ajustes são conhecidos nos canais digitais de todo mundo.

A expressão Black Hat vem do inglês e significa chapéu preto, fazendo um comparativo com os filmes de faroeste, onde os bandidos geralmente utilizam o acessório.

Todavia, o termo ganhou força com o passar dos anos, especialmente com a evolução dos meios tecnológicos, e grandes veículos de comunicação, com o Google.

Hoje, o vocábulo apresenta uma funcionalidade um pouco menos agressiva, como bandidos, entretanto, tem similaridade com pessoas que buscam resultados rápidos, positivos e em pouco tempo, por plataformas não tão ortodoxas.

Mas se não tem menção a acessórios e nem bandidos do velho oeste, o que é Black Hat? Segundo nosso Diretor Técnico, Rívero Felipe, a sentença diz respeito a práticas ilegais criadas na internet, com o objetivo de tentar burlar regras nos buscadores, alterando de forma rápida e positiva, o ranqueamento e posicionamento no Google. 

Complementando ainda que a prática, embora apresente resultados ágeis, a mesma medida em que eleva o posicionamento, faz com o mesmo caia de forma significativa.

Isto porque, o Google, desde o ano 2000, vem notando tais “estratégias dos espertinhos de plantão” e passando então, a alterar os seus algoritmos, possibilitando que tais sites/páginas apresentem queda de posicionamento e até mesmo, remoção total da rede de pesquisa.

Com tudo isso, o Google passou a detectar com mais precisão empresas e profissionais que não fazem o uso correto de estratégias para posicionamento orgânico.

Quais as principais modalidades do Black Hat

Ao contrário do que muitas pessoas possam imaginar, o Black Hat não é apenas um único formato de burlar as regras do Google perante posicionamento orgânico no buscador mais popular do mundo, isto porque, existe alguns modelos de Black Hat, que já foram assunto de uma de nossas matérias, e sem dúvida, você, amigo leitor já acompanhou tal conteúdo.

Entretanto, se você é novo em nosso blog, listaremos abaixo, cinco práticas de Black Hat muito utilizadas na atualidade, confira:

1/5: Doorway Pages é uma técnica que desenvolve a criação de uma página, e quando acessada, apresenta um conteúdo totalmente fora do contexto solicitado durante a busca orgânica do Google.

2/5: Cloacking se trata de um modelo Cloacking também realiza a manipulação dos internautas, isto porque, este formato de black hat possibilita a criação de dois conteúdos distintos no mesmo endereço de URL, ficando visível ao usuário e o outro, ao mecanismo de busca.

3/5: Unrelatet Keywords é uma técnica bem mais complexa de ser identificada, tudo porque, realiza o uso de palavras-chave de alta relevância, todavia estas, não possuem ligação com o tema solicitado.

4/5: Invisible Text busca deixar o texto da página totalmente escondido para o usuário/leitor de maneira a ter relevância para os buscadores sem que, o leitor note que está em um site com aplicação de Black Hat.

5/5: Over-Submitting é uma técnica que automatiza a divulgação de um conteúdo por meio de uma ferramenta especifica.

É claro que existem muitas outras técnicas de Black Hat, porém estas são as que mais se destacam – de forma negativa, obviamente!

No mundo de estratégias de marketing e comunicação online, o Black Hat nada mais é do que um conjunto de técnicas que visam a curto prazo, manipular as principais variáveis, enganando desta forma, os mecanismos de busca, proporcionando aos mesmos, conteúdos diferentes do proposto – neste caso, solicitado pelo internauta na busca orgânica do Google.

Desvende como é possível driblar o Black Hat

É nítido que o Black Hat não é uma prática correta, porém, muitas pessoas acabam caindo nas estratégias deste formato negativo de elevar a visibilidade no Google.

Se me recordo bem, disponibilizamos alguns conteúdos em nossas redes de comunicação, como Instagram e aqui mesmo em nosso Blog sobre as variáveis que o Google examina com um olhar clínico para qualificar um site e assim, o posicionar na primeira página da busca orgânica do Google.

Caso você nunca tenha visto tal conteúdo, listaremos agora dez pontos que você e sua equipe de colaboradores devem se atentar para um bom posicionamento no Google:

1° Usabilidade: Estamos na era da agilidade e praticidade, por conta disto, a facilidade na hora do usuário navegar é fundamental, atrelado a velocidade de carregamento.

2° Conteúdo personalizado e de valor: A qualidade em que os conteúdos são desenvolvidos, diz muito sobre a preocupação da empresa em levar somente o melhor a seus potenciais clientes, sem deixar para trás um bom layout e ortografia e gramática.

3° Termos de Uso e Privacidade: Isto, transmite confiabilidade para os usuários, e o máximo de segurança durante toda a navegação.

4° Atualização de Conteúdos: Os algoritmos estão sempre se alterando, por conta disto, é fundamental a constância de novas informações.

5° Conteúdo útil: Sabe quando você pesquisa algo na busca orgânica do Google e encontra tudo que deseja? Pois é, isto é um conteúdo útil e agrada, de forma permanente os usuários do Google.

6° Autoridade da página: Este item faz menção a autoridade que a página possui dentro do algoritmo do Google.

7° Responsividade: Um site que pode ser acessado por diferentes meios como celular e computador sem perder a qualidade do layout, é fundamental para quem busca atrair internautas e potenciais clientes.

8° Referências e Fontes: Informar de quais os ambientes estão vindo suas informações transpassa confiabilidade, qualidade e credibilidade no dado compartilhado.

9° Número de Páginas: Talvez este não seja um fator oficial de ranqueamento, porém, quanto maior a quantidade de páginas, mais conteúdos indexados ao leitor.

10° Semântica da palavra-chave no conteúdo: Tal função, transmite o mesmo sentido da palavra-chave, como é o caso de sinônimos.

As informações apresentadas acima, são apenas 10 de mais de 200 fatores de ranqueamento em que o Google se baseia para realizar o posicionamento de um site.

TPI como aliada para derrubar o uso de Black Hat

A TPI – Tecnologia de Posicionamento Inteligente é uma metodologia única de posicionamento orgânico, estando dentro dos parâmetros de ranqueamento do Google, e com isto, tornando escasso a utilização de estratégias de Black Hat.

Bem mais do que estar dentro dos 200 fatores de ranqueamento, por fazer uso dos chamados termos de busca, a ferramenta exclusiva da Blob Web, se enquadra perfeitamente nas exigências da BERT – uma inteligência artificial que vem sendo desenvolvida pelo próprio Google, priorizando sites e empresas que fazer um de um conectivo de palavras, proporcionando assertividade na busca orgânica do Google.

Com isto, a TPI se transforma na alternativa ideal para quem está desejando novos e cada vez melhores, resultados empresariais, sabe o que a TPI faz por você?

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